Saudações tenebrosas...

Você ultrapassou o portal da realidade... Seja bem vindo(a) á um mundo onde os contos criam vida, mesmo quando falam de morte...

Sidney Leal

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Escrevo a noite...


“Quando no vazio das ideias me perco.
Quando na obscuridade do silêncio me refugio.
Fico assim em devaneios perdido por longas horas a fio.
Quando dou por mim muitas horas se passaram...
A noite chegou!
Quando aguço minha audição, ouço ruídos, vozes, lamentação.
São os Sussurros da Noite chamando-me a atenção.
Então escrevo a noite!
Pois é na escuridão silenciosa que a dama geniosa da inspiração permiti-se descrever.
Mas o silêncio não é pleno!
Os Sussurros da Noite são tão audíveis que fico surpreso que poucos os escutem...”.

domingo, 8 de julho de 2012

Filme THE TELL TALE HEART (1960).


O CINEMA de domingo de casa POE Hoje filme THE TELL TALE HEART (1960).

Produzido na Inglaterra pelos especialistas de baixo orçamento, os irmãos Danziger, este filme é estrelado por Lawrence Payne (!) como Edgar Marsh, um bibliotecário obcecado com erotismo.

Notas: o filme foi inspirado em Edgar ALLEN Poe, de acordo com os créditos... o roteiro foi co-escrito por Brian Clemens, que escreveu o episódio piloto e ajudou de forma incrível British TV série "The Avengers" (e curiosamente, Clemens foi relacionado para o escritor americano Mark Twain!).

Movendo-se um pouco lento para o gosto contemporâneo, o filme tem alguns encantos assustadores. apresentadas aqui em sua totalidade (curta de 69 minutos).

terça-feira, 26 de junho de 2012

Alfred Hitchcock...



"Na minha opinião, o leitor está exatamente na mesma situação que o espectador de cinema. E muito provavelmente, é porque eu gostei tanto que comecei a fazer filmes de suspense das histórias de Edgar Allan Poe. Sem querer parecer imodesto, mas comparar o que eu tento colocar em meus filmes, com o que Poe colocou em sua literatura: uma história perfeitamente inacreditável contou aos leitores com uma lógica tão alucinante que se tem a impressão de que esta mesma história pode acontecer com você amanhã. "
Alfred Hitchcock




domingo, 24 de junho de 2012

Aniversário de nascimento do Mestre Ambrose Bierce

A primeira compilação e tradução integral dos seus contos em Língua Portuguesa foi editada em 2010 pela Eucleia Editora.
Vamos lembrar o autor AMBROSE BIERCE no aniversário do seu nascimento, 24 de junho de 1842.
foi um crítico satírico, escritor e jornalista, particularmente conhecido pela sua obra O Dicionário do Diabo.
Definia que "sozinho" era estar em "má companhia". Bierce fez do cinismo, misturado ao humor negro, sua marca registrada. Família, nação, raça humana: nada escapava de suas estocadas, até hoje repetidas nos Estados Unidos.
Contista excelente, suas obras são constantes em qualquer antologia de contos americanos. Aos 71 anos, Bierce seguiu em viagem para o México e desapareceu sem deixar rastros. A teoria mais popular diz que ele foi fuzilado pelos revolucionários do exército de Pancho Villa.
O local e a data de sua morte são incertos, sendo que teria falecido provavelmente dezembro de 1913 ou 1914.

Como Poe, mistério envolve o seu desaparecimento e a morte... Ao contrário de Poe, o corpo de Bierce "Amargo" nunca foi encontrado...
Uma citação de sua última carta, de 26 de dezembro de 1913: 
"Quanto a mim, deixo aqui amanhã para um destino desconhecido..."




Contos de terror que merecem ser lidos:


Um cavaleiro no céu


O dedo médio do pé direito


Numa noite de verão


O estranho


A janela vedada



A estrada ao luar





domingo, 17 de junho de 2012

1º LUGAR Sidney Leal - Suzano - SP 8º Concurso Literário de Suzano Edição Cora Coralina


PREFEITURA DE SUZANO
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
COORDENADORIA LITERÁRIA
ASSOCIAÇÃO CULTURAL LITERATURA NO BRASIL

8º Concurso Literário de Suzano
Edição Cora Coralina

RESULTADO

CONTO REGIONAL


1º LUGAR

Sidney Leal

Texto: Um belo lugar para se visitar

Localidade: Suzano - SP

CONTO NACIONAL
1º LUGAR
Raquel Terezinha Pagno 

Texto: PSPA e PSPE
Localidade: SC
2º LUGAR:
João Paulo Vaz

Texto: Entrevista com o crocodilo
Localidade: RJ
3º LUGAR:
Raimundo de Moraes

Texto: Todas as mulheres do mundo
Localidade: PE
4º LUGAR:
Guilherme Giugliani

Texto: O pranto
Localidade: RS
5º LUGAR:
Pedro Diniz de Araújo Franco

Texto: De Paquetá até Ouro Preto
Localidade: RJ
6º LUGAR:
Álvaro Glerean

Texto: Aparição
Localidade: SP

7º LUGAR:
Gustavo Fontes Rodrigues

Texto: Uma lágrima e um dia chuvoso
Localidade: SP
8º LUGAR:
Gladis Berriel

Texto: O menino e o corvo amarelo
Localidade: RS
9º LUGAR:
Thiago Fernandes Maia de Oliveira

Texto: Olhos pretos de Boris
Localidade: SP
10º LUGAR:
Marcelo Ribeiro de Souza

Texto: O homem sem identidade
Localidade: RJ
POESIA REGIONAL
1º LUGAR:
Marcos Vinicius Pereira

Texto: Estrangeiro de mim mesmo
Localidade: Suzano - SP

POESIA NACIONAL

1º LUGAR
Rodrigo Domit

Texto: Traças
Localidade: RJ
2º LUGAR:
Aloísio Ferreira de Araújo

Texto: Fantasmas
Localidade: SP
3º LUGAR:
Walner Danzinger Junior

Texto: Eles não usam Black Power
Localidade: SP
4º LUGAR:
Emerson Alcalde de Jesus

Texto: Meus heróis não morrem de overdose
Localidade: SP
5º LUGAR:
Roberta Andressa Villa Gonçalves

Texto: Ampulheta
Localidade: SP
6º LUGAR:
Márcia David de Oliveira

Texto: O fim é um começo
Localidade: SP
7º LUGAR:
Paloma Aline Costa de Souza

Texto: Juntos
Localidade: SP
8º LUGAR:
Fátima Soares Rodrigues

Texto: (V)espera
Localidade: MG
9º LUGAR:
Thaise da Silva Oliveira Nascimento

Texto: Vazio
Localidade: SP
10º LUGAR
Denise Tavares da Silva

Texto: O andar silencioso das pedras
Localidade: RJ

Informações específicas:
(11) 7348-0400
Informações gerais:
cultura@suzano.sp.gov.br
Site da Prefeitura de Suzano
www.suzano.sp.gov.br/agendacultural
Blog da Associação Cultural Literatura no Brasil
www.literaturanobrasil.blogspot.com

terça-feira, 12 de junho de 2012

Intenso e Perigoso Amor


“Intenso e Perigoso Amor”

            Naquela noite de festa o salão estava cheio, entre os convidados um clima cordial e festivo, regados a vinho, risos e muita falação. O salão de festas da imensa propriedade estava enfeitado com lindas flores de tons avermelhados simbolizando a comemoração do dia dos namorados, o Duque de Sobral se orgulhava da aquisição daquele casarão e do estilo nobre de sua arquitetura. Distribuídas em uma fileira de mesas seguiam os mais deliciosos manjares e coquetéis, feitos com as frutas tropicais que o jovem Brasil oferecia. Da sacada do segundo andar do lado de dentro podia-se ver no centro do salão, o amontoado de casais que se moviam com graça seguindo o ritmo suave da valsa que os orientava. A noite seguia um tom agradável de romance...
Entre a multidão eles se entreolhavam desconcertados, tentando esconder o sentimento que lhes queimava os corações e transbordava os corpos corando-lhes as bochechas, fazendo transpirar suas mãos. Estavam distantes um do outro, pois, ninguém nunca poderia desconfiar da intensa paixão que unia aquelas duas almas. Ele estava com a esposa, sim era um casado, infeliz ciente do seu pecado e louco de paixão.
Ela... Seguia pelo salão de baile solitária, pedindo-lhe seus beijos com seus lindos olhos castanhos brilhantes. Muitos outros homens lhe pediam a honra para a valsa, ela indiferente tinha em seu coração o único que poderia tê-la não só para a próxima dança, mas possuí-la de corpo e alma. Mesmo sendo ele quem era, era tarde para lamentações, o evento que os uniu não tinha sido previsto, nem planejado. E quando deram por si...
Ele... Mesmo acompanhado pedia-lhe o toque quente dos seus lábios, e a pronúncia com sua voz doce das palavras que no segredo da paixão ela proferia em seus ouvidos. Sentia-se culpado, pois, não era do seu feitio a situação controversa em que se meteu, não queria magoar a mulher maravilhosa que conheceu tarde...
Os dois ele & ela admitem seu erro, são cúmplices do amor! Mas o que fazer mediante a tão forte sentimento? Fugir? Ir embora? Se distanciarem em lágrimas tristes? Talvez... Mas decidiram mediante aos riscos seguir em frente sem perguntas que para eles ainda não possuem as respostas.
A distância era segura, poderiam ficar tranqüilos quanto às suspeitas, pois, o diálogo que mantinham seguia num outro contexto de expressão. Que ia além das palavras, e da expressão corporal. Esse diálogo era feito através dos olhos e do coração. Mantinham um elo imperceptível aos demais, os dois ainda sentiam em seus corpos as carícias da noite passada de amor e a satisfação do gozo da paixão correspondida. Não que estivessem satisfeitos com aquela situação... Por estarem tão perto, e tão longe um do outro. Mas essa – infelizmente – era a condição que o destino lhes impunha para que ficassem juntos, perdidos neste intenso e perigoso Amor.
                                                                                                                                     Sidney Leal

domingo, 10 de junho de 2012

Sidney Leal - Projeto Varal Literário Suzano



Edição de junho do Varal Literário começa na próxima terça-feira

Diário de Suzano ed.: 9224 - 09 de junho de 2012
Tem início na próxima terça-feira mais uma edição do projeto Varal Literário, realizado mensalmente no Centro Cultural Boa Vista (Rua Katsutoshi Naito, nº 957, Boa Vista), em Suzano. No interior do espaço serão expostos os escritos e pensamentos de Sidney Leal, autor do livro "Minhas Histórias de Mistério, Terror & Morte" e "Esquecidos na Noite". O público poderá prestigiar o evento até o dia 30 de junho, com horário de visitação que vai das 9 às 17 horas. A entrada é gratuita.
AUTOR Em seu primeiro livro de contos, "Minhas Histórias de Mistério, Terror & Morte", Sidney Leal aborda temas relacionados ao terror e descreve situações e histórias fantásticas, sombrias que garantem momentos de suspense e emoções sufocantes. Escritos de forma deliciosa e envolvente, e situada de forma atemporal, seus contos nos levam a questionar o cenário da realidade social e toda a maldade que se esconde por trás dela.
Na elaboração de seus textos, Leal tem como inspiração grandes nomes da literatura, entre eles o brasileiro Álvares de Azevedo, além de Eça de Queiroz e também o poeta e romancista Edgar Allan Poe.
PROJETO O Varal Literário é viabilizado pela Secretaria Municipal de Cultural e tem a proposta de apresentar ao público suzanense obras produzidas por escritores da cidade. Esta ação realiza-se desde 2008 no Centro Cultural Boa Vista.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Mistério dos últimos dias do escritor Edgar Allan Poe inspira trama de assassinatos de "O Corvo"



Ainda não assisti, mas este filme serve como homenagem ao Mestre Edgar Allan Poe!

Mistério dos últimos dias do escritor Edgar Allan Poe inspira trama de assassinatos de "O Corvo"

Luiz Vita
Do Cineweb, em São Paulo*

  • John Cusack em cena de O Corvo, de James McTeigue
    John Cusack em cena de "O Corvo", de James McTeigue
Depois do sucesso de "V de Vingança", cuja máscara do personagem virou símbolo dos manifestantes contra a crise econômica mundial, o novo filme do diretor James McTeigue, "O Corvo", era aguardado com muito interesse. Não era para menos, pois no centro da trama está o escritor Edgar Allan Poe, transformado em detetive para identificar um serial killer que praticava crimes inspirado em obras do mestre da literatura de horror.

O filme começa justamente pouco antes da morte de Poe (John Cusack), encontrado em estado catatônico em um parque de Baltimore. A ação recua e somos apresentados ao escritor, de personalidade difícil, viciado em álcool e com problemas financeiros. Ele já é um autor conhecido, preocupado agora com a produção de obras mais introspectivas, mas o editor de um jornal sensacionalista o pressiona a voltar a escrever histórias de terror.
O filme, ambientado no século 19, com uma boa caracterização de época, tem até um bom ponto de partida, mas não chega perto da inventividade e não possui a força do trabalho de 2005, baseado na graphic novel de Alan Moore. E não foi por falta de um bom modelo, pois Poe continua sendo um marco da literatura fantástica e sua morte misteriosa, aos 40 anos, ainda alimenta uma série de teorias.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

“As Faces da Moeda”

Quando o despertador tocou avisando que era cinco horas da manhã, Carlos Augusto Macedo o olhou pensativo, fazia pouco mais de uma hora que estava acordado. Estava sentado em sua cama olhando o brilho de seu revolver na mesinha do quarto. Levantou–se enquanto guardava cuidadosamente sua farda na bolsa, olhando para a tarjeta que o identificara e onde se lia “Sargento Macedo”. Colocou sua arma por dentro da calça, beijou sua esposa e sua filhinha que ainda dormiam e saiu.
Já na lotação seguia se acotovelando com os demais passageiros, arrumando um lugar para poder ficar em pé. Seu carro estava no mecânico, o Kadet gsi 94 bebia muito! E com a gasolina no preço que está não dava para trabalhar todo o dia com ele, e agora quebrado então... Levantou a cabeça e notou uma pequena televisão sintonizando o jornal da manhã, falando da final do campeonato de futebol, dos gols e da truculência da policia. Depois se escutava muito baixo um conselheiro dos direitos humanos que mostrava as estáticas da violência policial.
            – Moralistazinho de merda! Pensou alto Macedo, sem temer que os demais o escutassem, pois todos ali tinham suas vidas, seus problemas e ali espremidos seguiam um ritmo automático e triste de sua rotina diária de trabalho. Ainda nervoso refletia sobre sua carreira, o cara da TV não sabia de sua vida, de seu trabalho. Os doze anos como policial militar, no salário de mil e duzentos reais, nos tiros que já recebeu, nos bandidos que matou. Ninguém falou nada quando num tiroteio perdeu o amigo de trabalho e ficou oito meses se recuperando de um tiro que levara.
            Pensava no salário, nos descontos em folha, nos bicos que fazia, os “cafezinhos” que recebia para fazer “vista grossa” em alguns episódios... Nada grave, mas neste momento pensou em sua família, na sua filha de poucos anos de vida. Bandido bom é bandido morto! Pensou decidido enquanto olhava a janela embaçada da lotação.
            Cleber Ferreira de Souza estava acordado, passou mais uma noite suando frio na sua crise de abstinência de cocaína, olhou seu celular, cinco horas da manhã. Pensava que ainda restavam sessenta e oito dias e sete horas para se vir livre da prisão. Lavou mais uma vez seu rosto no gotejar tímido de uma torneira velha. Estava cansado daquilo, do vicio, das perseguições, do cheiro fedido de sua cela, onde vivia com mais cinco pessoas.
            – Fala Caveirinha! Que tá pegando velho? Saudou Ratoeira um “irmão” de detenção ainda sonolento.
            – O barato tá louco velho! – Se apoiou – Quase to livre desta poha, quase to livre do pó! Em seu rosto Caveirinha carregava as marcas de sua vida, da pobreza de sua família, da fome. Lembrava especialmente da cara de seu Pai, quando ele apareceu com o tênis novo, apanhou muito aquele dia. Mas dali em diante sabia exatamente onde encontrar o dinheiro que precisava para sobreviver.
Horas depois, olhou o céu através das grades de arame que cobriam o pátio, isso tudo vai acabar! Falta pouco! Quando dali saísse iria tentar se enquadrar na sociedade, foram oito anos de prisão por latrocínio. Não foi sua culpa aquela mulher se mexer, e ele ainda moleque, assustado atirou, matando–a instantaneamente. Sentiu o coração apertado, nunca quis matar ninguém só queria comprar suas coisas com dinheiro. Mas daí venho o vício pelas drogas, cada vez mais fortes, mais e mais destruidoras. Olhou então os braços cheios de marcas de picada de agulha, mexeu no seu macilento nariz, mesmo deformado ainda lhe restara alguma cartilagem nele, por isso do apelido caveirinha.
Subiu os degraus do seu pavimento, e via nos corredores marcas de sangue, pichações, chegando à sua cela foi direto ao pequeno pedaço de espelho, onde ajeitava seus cabelos com uma escovinha, afinal hoje é dia especial, final de campeonato de futebol e dia de visitas!
Pegou os livros que tinha lido nas últimas semanas, emprestados da biblioteca do presídio. Lembrava–se que apanhara muito por causa deles, os outros detentos não aceitavam sua mudança de vida, só teve paz quando finalmente pagou suas dividas de droga e nunca mais se meteu com os “foda” do lugar.
Colocou os livros na prateleira improvisada na parede. Um destes volumes lhe chamou a atenção, era “O Conde de Monte Cristo” de Alexandre Dumas, a história de vingança do marinheiro Edmond Dantès o fascinava, de modo que ele pensava como seria a sua vingança pessoal...
Foi interrompido em seus pensamentos por um barulho nos corredores, a gritaria crescente lhe chamou a atenção.
– Vamo tacá fogo! Vamo tacá fogo! – Caveirinha não acreditava naquilo, era dia de visitas e o que se via era o começo de uma rebelião! Olhando pela janela de grades pôde ver a policia entrando com tudo!
Aquele 02 de Outubro amanhecera conturbado, final de campeonato e todas as TVs da cidade sintonizavam a rebelião do daquele complexo presidiário, a visão era aterradora, colchões queimados atirados do alto dos prédios, corpos com os rostos cobertos por camisetas, empunhando canivetes improvisados. Fora do presídio na porta de entrada se via a formação de um batalhão de soldados da policia prontos para invadir.
A cena vislumbrada pelo helicóptero era uma cena de guerra. Os programas sensacionalistas já especulavam a quantidade de mortos resultante deste confronto, resumindo tudo num show bizarro televisionado, enquanto em algumas janelas se via chamas explodindo.
Sargento Macedo reunia–se a sua tropa, pois já havia recebido as orientações para a invasão do presídio, recebida do alto comando da policia militar, aqueles velhos de quepes com grandes estrelas douradas que brilhavam ao sol. Ele via em formação vários agrupamentos de policias. A equipe de Macedo não passava de trinta homens. Com o grito de sentido! Todos estavam posicionados, após uma breve inspeção; Passou as ordens aos soldados e se colocou frente à tropa aguardando o comando de seu capitão... Contínua no livro 13 "Contos".

domingo, 6 de maio de 2012

15 de Abril - 1º Salão Internacional do Livro de Suzano


Agradeço á todos os amigos que compareceram ao evento, e todos que não puderam comparecer também. 


Um grande abraço!


Sidney Leal