"I love the strong and lovely evening that involves me in his arms and listening to their whispers write, declamo, I'm real.
I Love Sex Women incernes its facets, her languid lips of love and pleasure, their naked bodies to satisfy me, the insane crazy things I can do.
I deny religion because I pray it, I desconjuro, I accept myself and Panic with its laws, with their dogmas born of human ignorance.
I love to drink that intoxicates my mind desanuviando inconsequential my real way of being, her word against fluidity of the power of poetry, the magic that infects my restless soul. My art, breathe blood and sweat, sure my passion I can only write yourself bucking the crowd. " - Sidney Leal
"... Quando aguço minha audição, ouço ruídos, vozes, lamentação. São os Sussurros da Noite chamando-me a atenção. Então escrevo a noite! Pois é na escuridão silenciosa que a dama geniosa da inspiração permiti-se descrever. Mas o silêncio não é pleno! Os Sussurros da Noite são tão audíveis que fico surpreso que poucos os escutem...”.
Saudações tenebrosas...
Você ultrapassou o portal da realidade... Seja bem vindo(a) á um mundo onde os contos criam vida, mesmo quando falam de morte...
Sidney Leal
domingo, 24 de agosto de 2014
Ode a Álvares de Azevedo
"Eu
amo a noite forte e encantadora, que me envolve em seus braços e escutando seus
sussurros escrevo, declamo, sou eu de verdade.
Eu
amo o sexo das mulheres de suas facetas incernes, seus lábios languidos de amor
e prazer, de seus corpos nus a me satisfazer, das loucuras insanas que posso
fazer.
Eu
nego a religião, pois nela eu oro, eu desconjuro, eu aceito e me apavoro com
suas leis, com seus dogmas carregados da ignorância humana.
Eu
amo a bebida, que inebria minha mente desanuviando inconsequente meu modo
verdadeiro de ser, nela encontro a fluidez da palavra o poder da poesia, a
magia que contagia minha alma inquieta. Da minha arte, respiro
sangue e suor, certo de minha paixão só me resta escrever sozinho contrariando
a multidão". - Sidney Leal
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
Samba Dead - Sidney Leal
Excerpt from my story 'Samba Who ever was' - Anthology "PROSA RIO ABAIXO"
'Sweet rose, rose of my life
Enlighten my garden even in farewell (2x aa)
corner is sad today,
Why is not got you,
I see you so far
but do not pretend to have
(2x aa)
From my cold hole
Always come to visit you
Close your eyes at night
Listen to my walking away
My bones are in a noisy sad agitate ... ".
Samba Dead - Sidney Leal
'Sweet rose, rose of my life
Enlighten my garden even in farewell (2x aa)
corner is sad today,
Why is not got you,
I see you so far
but do not pretend to have
(2x aa)
From my cold hole
Always come to visit you
Close your eyes at night
Listen to my walking away
My bones are in a noisy sad agitate ... ".
Samba Dead - Sidney Leal
'O Samba do Morto'
“Doce rosa, rosa de
minha vida
Iluminares meu jardim
mesmo na despedida, (2x bis)
se canto triste hoje,
é por que não te tenho,
te vejo de tão longe,
mas não finjo que a
tenho
(2x bis)
Do meu buraco frio
Venho sempre te visitar
Feche seus olhos a
noite
Escute ao longe o meu
caminhar
São meus ossos ruidosos
num triste sacolejar...”.
Samba do Morto – Sidney Leal
sábado, 14 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
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